Existe o ultraprocessado “menos pior” pra sua saúde?
Sim, saiba identificar. Quando a escolha é entre dois industrializados, detalhes como tipo de açúcar, combinação de ingredientes e grau de intervenção fazem diferença
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Sim, saiba identificar. Quando a escolha é entre dois industrializados, detalhes como tipo de açúcar, combinação de ingredientes e grau de intervenção fazem diferença
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A exposição constante não só muda o que mostramos, mas como nos percebemos. Entre a busca por reconhecimento e a exaustão de sustentar presença, a experiência vai sendo substituída por desempenho e validação contínua, avalia o psicanalista Kályton Resende.
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Ensinadas a associar sexo a vínculo e conexão, muitas mulheres têm o desejo atravessado por múltiplos fatores emocionais e sociais. Mas não precisa ser assim. O sexo também pode ser uma fonte de regulação do bem-estar, embora esse ainda seja um território pouco explorado pelas mulheres
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O ideal seria não precisar virar detetive antes de um encontro. Mas, enquanto a realidade não muda, mulheres estão recorrendo à tecnologia para pesquisar antecedentes, compartilhar localização e criar redes de segurança.
Quando a biologia é convocada como verdade final, não é o debate científico que se resolve, mas o político que se silencia. A partir daí, a psicóloga Flávia Albuquerque analisa como argumentos ‘científicos’ seguem sendo mobilizados para legitimar exclusões
Líderes não podem agir como se houvesse apenas duas alternativas: liderar com pressão e invasão de fronteiras ou ser totalmente permissivo, onde cada um faz o que quer. E isso chama preguiça – liderar é bem mais complexo.
No cinema e fora dele, um mesmo roteiro se repete. Tatiana Vasconcellos parte dos indicados ao Oscar para falar de homens ausentes, sobrecarga feminina e das consequências que escapam da ficção.
Recorrer à Inteligência Artificial para tudo — de tarefas simples a dilemas pessoais — pode parecer prático, mas também tem efeitos sobre a forma como pensamos, sentimos e nos relacionamos. Usá-la com senso crítico é fundamental para que a tecnologia funcione como ferramenta, e não como substituta do próprio julgamento.
Com mais pessoas buscando — e recebendo — diagnósticos de saúde mental, cresce também a pergunta: até que ponto o nome do que sentimos ajuda, e quando pode começar a nos limitar?